A MELHOR GOZADA DA MINHA COMADRE FOI COMIGO

A MELHOR GOZADA DA MINHA COMADRE FOI COMIGO
A MELHOR GOZADA DA MINHA COMADRE FOI COMIGO
Eu e minha comadre somos muito chegadas, “amigas-irmãs”. Conversamos sobre tudo. Ultimamente, os assuntos giravam em torno de nossas vidas sexuais. Ela só no “papai e mamãe”, faltando sexo. Ela muito fogosa, o marido muito cansado. Eu numa fase ótima! Maridão apaixonado, nos curtindo bastante, românticos, sexo em dia. Swuing, festinhas, safadeza, putaria, aventuras, fantasias… Ela sabia de tudo, inclusive os detalhes.
Devido ao que se passava, senti que minhas histórias mexeram com ela. Revirei pensamentos, fantasias, curiosidades e vontades… Embora os receios, a deixei pensativa!
Sobre ela: é mais nova que o marido. Adora sexo com boa pegada, gosta de ouvir obscenidades. Bonita, chamativa. Baixinha, curvas acentuadas, coxas grossas, ancas largas, peitos grandes. Bronzeada, marquinhas fininhas. Cabelos lisos, na cintura, mexas claras. Olhos verdes, amendoados. Lábios grossos. Gosta de roupas coladas, decotes que nos fazem “comer os seios com os olhos”, saias curtas que valorizam a bunda e revelam os quadris. Feminina e muito sensual, sempre cheirosa. Meu gato acha ela um tezãozim. Vez ou outra, faz um comentário malicioso, por ser minha amiga, ela finge que não entende.
Num domingo a tarde, ela apareceu em casa, de surpresa. Ficamos a bater papo, ouvir música e nos meter na bebedeira. Eu, ela e meu corninho. Cervejinha vai, caipirinha vem… A conversa foi evoluindo… Ficando picante! Embalados pela embriaguez, começamos uma brincadeira maliciosa. Deixamos fluir, ás gargalhadas, estávamos seminus, misturados na poltrona do jardim.
Já tínhamos perdido a timidez e a vergonha na cara. O que tivesse de acontecer… Aconteceria, com certeza.
Meu corno deu início a pegação! Seu desejo por ela sempre foi notório!
Agarrou-lhe os cabelos, deu-lhe uma torcida de pescoço e foi mordiscando a nuca e as orelhas. Sussurravam indecências ao pé do ouvido: puta, safada, gostosa… Trocaram um beijo bruto e demorado. Ele desceu os lábios pelo pescoço, ombros e peitos. Mamou os seios com vontade; durinhos e bicudinhos. Um arrepio longo tomou conta do seu corpo! Ela gemia baixinho!
Aproveitei o frenesi e saí deslizando minhas mãos por suas coxas, afastei sua calcinha e acarinhei sua pepeca. Safada, já estava molhada! Fui abrindo suas pernas e me encaixando na sua xoxotinha. Abri os grandes lábios com as duas mãos. Comecei lambendo sua buceta toda, enfiei a língua inteira lá dentro, provei bem quentinha. Chupei seu cuzinho. Depois o grelinho, dei muitas linguaradas, até sentí-lo endurecer e crescer na minha boca. Suguei seu clitóris, como se fosse devorá-lo, dei leves mordidinhas. Mexi a língua sem parar, ora rápido, ora devagar; fazia vibrar. Enfiei dois dedos dentro dela, massageei atrás do grelhinho, ao mesmo tempo que a chupava. Coloquei um dedo no cuzinho, girava bem de leve. Ela me segurava pelos cabelos e ombros, firmava minha boca contra sua pepeca, rebolava na minha cara. Seu caldinho escorreu na minha boca. Ela estava quase gozando! Fui ágil, me sentei por cima dela. Abri nossas bucetas e grudei minha xana na dela, grelho com grelho. Segurei sua cintura, me apertei nela, e começamos a nos esfregar. Em cavalgada, roçamos forte nossas xerecas, uma na outra. Estava tão gostoso que segurei o gozo por alguns instantes. Deixei ela gozar primeiro, ensopou a poltrona, soltou um grito ofegante, gemia alto pedindo mais, seu corpo tremia sem cessar. Inesperadamente, chorou misturado aos gemidos. Ela pôs a mão no peito, o coração batia acelerado, seu corpo estava leve, saiu uma risada demorada. Foram orgasmos multiplos, ela nunca tinha sentido. Eu gozei numa siririca, fascinada com a cena.
A rola do meu gato babava. Estava doido de tesão. Adorava ver mulher gozar, ainda mais com tanto “fogo no rabo”. Mesmo molinhas e ofegantes nos colocou num boquete. Firmou nós duas pelos cabelos, revesou uns tapinhas na cara, enquanto nos referia por putas, vadias, cachorras, safadas, gostosas… Deu uma surra de pica e mandou que o chupássemos. Dava pra sentir seu cacete latejando na boca. Que excitante ser dominada daquela forma! Incorporamos a fantasia, fizemos cara de puta e chupamos sem parar, engolimos tudinho. Nossas línguas se misturaram, nos beijamos enquanto mamávamos seu pau.
Nós duas ficamos de quatro na poltrona. Empinamos a bunda e rebolamos, pra ele. O tarado punhetava, enquanto mordia o canto da boca. Distribuiu uns tapinhas e veio retribuir o boquete. Grudou as mãos em nossos traseiros, esfregou a cara e chupou nós duas; lambeu da pepeca ao cuzinho. Delicioso! Estávamos meladas!
Ainda de quatro, ele acariciou meus flancos, beijou minha nuca, mordiscou minhas costas, mantendo-me excitada. Me agarrou, forte, pelos quadris e foi metendo pra dentro da minha xoxotinha ensopada. Começou devagar e, numa pegada gostosa, foi socando com mais força. Tirou a pica, bem dura e grossa, da buceta e colocou no cu. Eu rebolava e ele ia enfiando o cacete devagar. Quando seu pau estava atolado no meu rabo, ele adotou um ritmo forte e eu o segui. Com uma das mãos eu me masturbava, dedilhava meu grelhinho. Ele coordenava os movimentos. Entramos numa química perfeita. Ele urrou, eu gemi alto e esguinchei. Uma tremedeira e uma molezinha gostosa. Gozamos bem juntinhos, delicioso, como sempre!
Depois de repor as energias foi a vez da minha comadre. Durante nossa pausa, não parei de dedilhar. Adoro buceta! Ela estava melada!
Meu corninho confessou sua tara nela. Queria comê-la olhando nos olhos. Se deitou na poltrona e num abraço forte a colocou sentada sobre sua pica. Primeiro a segurou pelas ancas e a deitou sobre seu corpo. A puxou pelo meio das costas e lascou-lhe um beijo estatalado. Desceu acariciciando os flancos e a bunda. Cravou as mãos em seus quadris e conduziu uma cavalgada. Um, dois, três, tapinhas na bunda! Ela rebolava na piroca do meu corno, gemia alto, chegou a escorrer de tão molhada. Muito tesão! Embalado pela fantasia, ele puxou seus cabelos compridos para traz, seu corpo veio junto. Deixou-a bem sentadinha no seu cacete duro, ereta e com as pernas abertas. Era dominada pelos cabelos, como uma potranca. Eles fixaram os olhares, ela sabia que ele conduzia a montaria. Com a bunda bem empinadinha, ela descia e subia, na rola do meu macho. Mexia pra frente e pra traz. Rebolava afundando a vara pra dentro. Ele estava doido pra gozar, mas se conteve. Fez ela gozar primeiro, queria admirá-la! Sentiu ela escorrer, gemer, tremer, contorcer, esmorecer. Rapidamente a colocou de joelhos e jorrou seu leitinho sobre seus peitos, cara e boca. Ela engoliu tudinho, chupou e lambeu seu pau.
Passamos o domingo enroscados, embriagados em gargalhadas. Rolaram beijos triplos, mais dedilhadas e chupadas. Minha comadre manifestou sua má intenção quanto a visita surpresa. Que embora tivesse gozado muito gostoso com meu macho, a melhor gozada de todos os tempos, foi comigo. Adorou transar com mulher e queria aprender a fazer tudo o que fiz com ela.

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