Sofia, a Psicóloga

Sofia, a Psicóloga
Navegava num site de encontros, procurava entre as mulheres com perfil e fotos agradáveis, uma que tivesse as mesmas intenções: uma amizade colorida. Apareceu a Sofia, com fotografia algo difusa mas que deixava transparecer uma mulher linda. Aquela foto chamou-me a atenção embora não fosse uma mulher da área da minha residência, tenho experiencia nas amizades coloridas e sempre escolhei pessoas a morar por perto para ter mais oportunidades de encontro. Encetei conversação com ela e ao contrário das outras, Sofia respondeu e mostrou-se interessada em conhecer-me, pelo menos através de perguntas feitas no chat. Começou uma espécie de jogo do conhecimento com algumas imposições por parte dela, não respondia, apenas perguntava e insistia em dizer que não queria sexo, ou encontros com desconhecidos, apenas estudar um homem tão diferente de si.
Logo percebi que tal como as restantes mulheres, Sofia tinha vergonha de mostrar que procurava momentos íntimos em segredo, daí a fotografia difusa que mais tarde desapareceu. A troca de impressões no chat passou para trocas de correio electrónico, assim havia mais tempo para responder e não precisávamos de esperar que ambos estivessem online. Sofia começou a mostrar que estava a gostar da correspondência e admitiu que realmente não tinha fora de hipótese assumir uma amizade colorida com alguém, mas tinha que gostar e confiar na pessoa. Assim foi, assim continuámos até o dia em que ambos já ansiávamos ardentemente um encontro furtivo. Eu forçava e quase todos os dias lhe dizia que a desejava, Sofia insistia em dizer que não queria intimidades sem conhecer bem a pessoa. Insiste um e outro, até que Sofia aceitou um encontro de café, bem na frente de toda a gente, mas em local longe de casa.
Ao fim da tarde do dia marcado, eu esperava na esplanada, impaciente e com as hormonas todas aos saltos. Sofia chegou com ar vacilante, olhava à sua volta evitando mexer a cabeça para não dar nas vistas que estava expectante. Tínhamos combinado a cor da roupa para nos conhecermos melhor, Sofia de calças de ganga, blusa branca e casaco azul-escuro. Eu estava de calças de ganga clara com aspecto velho, camisa branca e um blazer preto de pele. Sapatos pretos, óculos de massa pretos…
Sofia trazia na mão a mala preta combinada e quando os seus olhos me encontraram, o seu rosto enrubesceu. Fiz-lhe um sinal com a mão e ela aproximou-se, retirei os óculos de sol e ela viu os olhos verdes sorrirem de alegria. Levantei-me, puxei uma cadeira e cumprimentei-a com dois beijos, o segundo, propositadamente foi ter ao canto da boca. Embaraçada, Sofia senta-se um pouco atrapalhada, quase não encontrava a cadeira.

– Peço desculpa, sou um trapalhão.
– Deves ter mais cuidado, assustaste-me. Parecia que ias beijar-me na boca.
– Não, mas gostava…
– Lá estás tu.
– Tomas café? Não, uma água.
– Confirmas o que pensava.
– O quê?
– És linda e muito jeitosa.
– Tu também pareces mais bonito que nas fotos do site.
– São os teus olhos…
– Somos amigos e amigos podem ser bonitos ou feios, são amigos.
– Mas sou um amigo que te deseja e que tu também desejas, não querias um amigo colorido?
– Viemos tomar café.
– E… decidir onde irmos para estarmos a sós.
– Queres que vá já embora?
– Não meu bem, quero que vás embora depois de fazermos amor.
– Qual amor? Só queres sexo.
– E tu?
– Também.
– Então vamos?
– Para onde?
– Vens comigo, depois trago-te aqui de volta.
– Mas nem dás tempo a conhecer-te?
– Queres conhecer-me melhor, vens comigo.

Proferi estas palavras com um sorriso cativante e levantei-me para pagar a despesa. Sofia segue-me e entrámos no carro.

– Estás habituado a levar as mulheres para a cama mas não sei se me consegues convencer a entregar-me hoje.
– Vamos pelo menos conversar em local mais privado?
– Em tua casa?

Arranquei com carro sem dizer onde a levava, liguei o rádio e olhei-a com sorriso maroto de conquistador. Conversámos sobre encontros às cegas, ela não se mentaliza que pode entregar-se no primeiro encontro, embora o seu corpo palpite por momentos de intimidade comigo. Aproximámo-nos de um letreiro que dizia: Motel.

– Já sabia que me trazias para um motel. Vamos pagar quarto cada vez que queiramos conversar?
– Não, só quando quisermos despir a roupa.
– Tonto.

Depois das formalidades à entrada, seguimos para uma fila de portões de garagem, entrámos no nº 6 e o comando remoto faz fechar a porta. Olhei para Sofia e disse:

– Podes tirar as mãos da cara, ninguém te viu, nem o rapaz da portaria. É o bem que tem os motéis.

Estacionei o carro, fechei o portão e saí, dei a volta e abri a porta dela, ajudei-a a sair do carro e sorrindo conduzi-a a uma porta que nos levou ao quarto. Simples mas cómodo, era um quarto confortável. Na mesa-de-cabeceira uma pequena taça com rebuçados e duas garrafas de água com os respectivos copos. Cheguei-me a ela, agarrei-lhe as mãos e olhando-a nos olhos roubei-lhe um beijo.

– Roubaste-me um beijo.
– Sim, roubei este mas não roubo mais, os outros serão partilhados.

Cheguei-me a ela novamente e os lábios colaram-se enquanto os meus braços a aconchegam a mim. O beijo cresce em sensualidade, as línguas enrolam-se e Sofia abraçou-me. As minhas mãos não param nas suas costas e deslizam para o peito de Sofia. Afaguei-lhe o peito e senti os mamilos eriçados de tesão, sem descolar do beijo, meti as mãos por dentro da blusa e senti a pele macia da minha companheira. Subi a blusa de forma a tirá-la, rodei a mulher e coloquei-me por trás, beijei-lhe o pescoço e voltei com as mãos ao peito mas desta vez enfiei as mãos por dentro do soutien e apalpei com vontade as mamas boas de Sofia. Ela agarrou-me as mãos com as suas e fez pressão. Sussurrei-lhe ao ouvido:

– Vamos libertar-nos desta roupa.
– Sim.

Sem sair da posição desapertei-lhe o soutien e abracei-a de novo. Ela deixa-se cair para trás procurando os meus lábios, baixei as mãos e desapertei-lhe o botão das calças, o fecho e baixei-as um pouco. A minha mão direita entrou nas calcinhas de Sofia até sentir a penugem aparada e já húmida. Brinquei com o clítoris até ouvir um gemido tímido. Baixei-lhe mais as calças, as cuecas e disse-lhe para apoiar os cotovelos no móvel do quarto. Desapertei e desci as minhas calças, surge um sexo duro e luzidio que depressa se encostou nas nádegas dela. Andou ali uns momentos e ela sentiu-o crescer um pouco mais. As humidades misturaram-se e num movimento suave penetrei-a. Ambos estremecemos num misto de prazer e conquista. A roupa voltou a incomodar os movimentos.

– Despimo-nos?
– Sim.

Apenas com a tanguinha, Sofia fica parada na minha frente, baixei-me e desci-a com os dentes, passando a língua pelo clítoris ao mesmo tempo que a olho nos olhos sorrindo. Levei-a para a cama e deitei-a voltando com a língua ao seu ninho do amor. Voltei a lambê-la, ela estremeceu calada, apertando as coxas. Subi no seu corpo até chegar com os lábios aos de Sofia dizendo:

– Prova o teu sabor.

Beijei-a intensamente aconchegando-me nela e penetrando-a de novo. Desta vez de boca colada, sentindo-a arfar de desejo, agarrei-lhe as ancas e penetrei-a bem até ao fundo, com calma. Saí fora dela e sem nada dizer virei-me ao contrário beijando-lhe de novo o clítoris e deixando o meu pénis bem ao pé da sua boca que não se fez de rogada e abraçou com os lábios a glande brilhante. Começou um belo 69, chupei-lhe bem o grelinho, fazendo-o enrijar e ela engoliu-me o pénis, chupando-o até ao tutano. Assim estivemos uns minutos e quando lhe afastei os lábios com os dedos e lhe enfiei a língua nas carnes quentes e húmidas, ela gemeu com mais intensidade:

– Sim, não pares… vou-me vir…
– Vem-te linda, vem-te toda, esporra-te meu bem.
– Sim… não pares… aahhh… que bom…

Nisto apertou-me as orelhas com as coxas, estremecendo toda e lançando gemidos sensuais. Sofia teve um orgasmo bem implosivo, Eu retirei a boca da chama ardente que era a vagina da Sofia e voltei a entrar nela enquanto ela pedia que a deixasse descansar.

– Que orgasmo maravilhoso, ainda estou a tremer…
– Vais ter outro em pouco tempo…

Continuei a penetrá-la pouco a pouco, com calma e sabedoria. Beijei-a e mexi-lhe nas mamas.

– Gostas meu bem?
– Sim, muito.
– Queres mais?
– Sim, quero muito mais.
– Então pede-me Sofia.
– Fode-me… fode-me toda que me vou vir de novo… ahhh

Bombeei-lhe com força a cona sedenta de prazer, ambos nos mexíamos muito, em sintonia tal que tivemos um orgasmo simultâneo.

– Ahhh que bom, Sofia… que bom linda… há que tempo não dava uma foda e esta foi tão boa.
– Sim, foi muito bom… encheste-me toda de carne e leite… hummmm.

Ficámos abraçados a conversar e trocámos muitos beijos de língua bem melada. Lambi-lhe as orelhas, Sofia arrepiou-se e virou-me as costas. Ficámos de cadeirinha uns minutos e enquanto eu brincava com os bicos das mamas até os deixar tesinhos de novo, Sofia disse sentir algo duro de novo entre as suas pernas. Afastei a nádega de cima com a mão e penetrei a piça bem no olho do cu dela.

– Aí não…
– Não gostas de mim dentro de ti amor?
– Sim gosto mas não no cu, vai doer…

Sem nada dizer, agarrei-lhe as ancas belas e fiz pressão até a piça começar a entrar no olho do cu da beleza. Abanou-se para impedir, mas a vontade fê-la parar e pedir que tivesse cuidado. Sim, com cuidado e palavras doces, arqueando o corpo para trás, penetrei-lhe o cuzinho todo até encostar os tomates nas nádegas dela.

– Sim querido, fode-me o cu com cuidado, mas fode-o todo.
– Ahh que cu maravilhoso Sofia… vou enchê-lo de leitinho.
– Sim… vem-te, dá-me bem fundo.

Sofia estava a ser bem enrabada e a gostar da penetração que eu bem sei e gosto de fazer, até que senti o orgasmo a aproximar-se e enrabei-a com vontade, dando-lhe boas estocadas no cu até bater com os colhões nas nádegas ruidosamente.

– Ahhh… venho-me neste cu bom… maravilha.
– Sim, sinto o leitinho quente, dá-me… dá-me todo…

Acabei esta foda em cima dela, estes últimos minutos foram de um bulício luxuriante e agradável.

Ficámos agarrados numa intensa troca de beijos até recuperarmos as forças para tomar um banho e levá-la ao carro. Comi a Sofia mais duas tardes, sempre no mesmo motel, mas depois ela quis parar com os encontros. Agora espero que outra “Sofia” me contacte!
Como passaram uns anos desta aventura, o ritmo será mais calmo!

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