Um bom vizinho sempre ajuda a gostosa da vizinha c

Um bom vizinho sempre ajuda a gostosa da vizinha c
“- Filho da puta!!! Não para não, seu corno desgraçado!!! Mete e me faz gozar, senão pego o primeiro na rua pra meter no teu lugar e ainda te faço ficar olhando!!! Mete, porra!! Me faz gozar, seu viado!!!”

Eram quase 4:00am, sem sono, estava assistindo um pouco de Netflix, quando escuto uma mulher aos berros. Coloquei a tv no mudo e fiquei prestando atenção. Era minha vizinha do lado. Ela xingava o marido de todos os nomes e seguiu por uns 5 minutos, com xingamentos e barulhos que se pareciam a tapas. Logo em seguida, silêncio absoluto. Já ia retornar ao filme, quando escuto novamente a voz da mulher, desta vez brigando com o marido, discussão de relacionamento, mas a discussão quase parecia um monólogo, pois apenas a voz dela era possível de ser ouvida. E também apenas por uns 2 minutos e silêncio novamente.

Fui para a varanda tentar ouvir mais do que se passava, mas não escutava nada. Estava curioso em saber daquela novela, afinal ela detonou o marido em pleno sexo. Um cara que adorava se gabar da mulher que tinha, como se fosse um troféu, e ainda tirava uma onda de gostosão, dando em cima de menininhas mais novas. Fiquei olhando os apartamentos, para ver se alguém mais estaria acordado, mas apenas minha varanda e a do casal estavam acesas. Fiquei apoiado na grade, terminando uma cerveja e quando estava dando o último gole, Viviane surgiu na varanda. Quase engasguei com sua aparição, pois além de ser uma mulher deliciosa, com um corpo moreno claro, magra, dona de uma silhueta bem desenhada, sem nada fora do lugar, com seios médios durinhos, formato pêra, com uma bunda firme e redondinha, também média, que pedem por uma palma inteira em cada banda, uma barriguinha lisinha… Enfim, um tesão de mulher, que surgiu na varanda exatamente como veio ao mundo, nua, com um copo de uisque na mão, respirando firme.

Viviane não percebeu minha presença. Estava com tanta raiva que ignorou tudo ao seu redor. Fiquei ali, estático, apreciando a visão daquele corpo maravilhoso e ela ergueu o copo, virou o conteúdo de uma só vez, virou-se para dentro do apartamento e, agora em tom mais ameno, falou: “- Cristiano, essa foi a última vez! Cansei dessa sua pica frouxa! Você não me faz gozar há meses! Toda hora com essa ideia de realizar fantasia, fica falando e mostrando putaria, e na hora de me dar prazer, goza sozinho e me deixa na mão! Cansei! Se é fantasia que você quer, então agora quem vai realizar sou eu!” E então vira-se novamente para fora, mas desta vez, percebe que estou ali. Sua raiva era tanta que ignorou o fato de estar nua. Eu, sem saber como agir, e ainda paralisado pela situação, continuei como se nada estivesse acontecendo, até que Viviane, vira-se para mim e, olhando-me de cima a baixo, fala: “- Então, Cristiano, está definido! Você pediu! Eu hoje vou gozar e você não vai encostar em mim! Vou realizar a sua fantasia! Vou chamar nosso vizinho agora mesmo!” E então, dirige-se a mim e fala: “- Pê, vem aqui me comer? Meu marido não está mais me querendo direito. Ele agora só tem tesão em me ver dando para outro. Eu não queria sair da fantasia, mas cansei de ficar na mão, e já que é isso que ele quer, não vou mais deixar pra lá. O que acha? Quer me comer e mostrar para o meu marido como é que se faz uma mulher gozar? Vem? Vem me fazer gozar, vem?”

Aquilo foi como um interruptor para mim. Sempre tive um tesão absurdo nela. Apenas disse: “- Abre a porta que eu estou indo!” E vi o semblante de Viviane mudar imediatamente de raiva para tesão. Ela entrou no apartamento e eu tratei de sair do meu o mais rápido possível e correr para a porta dela. Ela escutou meus passos e abriu a porta, pedindo-me que entrasse. Segurou em minha mão e puxou-me para dentro de seu apartamento. Falou algo que não consegui assimilar, pois estava hipnotizado por seu corpo nu na minha frente. Ela então sorriu, mostrando-se mais leve, e virando-se para seu marido, que estava sentado no sofá, apenas de short, falou: “- Está vendo só, Cristiano, como um homem de verdade age? Eu, toda gostosa na frente dele, nem consegue me escutar. Só fica me admirando. E como eu sei que está gostando? Olha só como já está excitado!” E foi em cheio com a mão no meu pau, que estava tão duro quanto possível, apertando firme e me puxando até colar em seu corpo. “- Isso sim é homem! Isso sim é um caralho! Vem, Pê. Mostra pra esse idiota como é que se faz!” Arranquei minha blusa e joguei para o lado. Arriei meu short junto com a boxer e fiquei nu como ela. “- Puta que pariu! Isso sim é homem! Olha só esse caralho! Que lindo! Todo duro, de pé e para mim!” E Viviane se ajoelhou e engoliu meu pau de uma só vez, me chupando como se não visse um pau há anos. Ela enfiava meu pau por inteiro na boca, até o fundo de sua garganta, segurando minha bunda com as mãos e me puxando contra ela, para ir o máximo para dentro de sua boca. Eu estava em êxtase, e apesar de todo o tesão, sabia que não gozaria tão rápido, pois tinha me masturbado em casa e gozado duas vezes.

Viviane me chupava e babava todo o meu pau e vez por outra, parava para humilhar o marido: “- Porra, como eu estava precisando de um caralho de verdade! Está vendo, seu corno, como é? Isso que é um pau! Isso que é homem de verdade! Você não queria ter a sua esposinha gostosa dando para outro? Não era isso que você precisava para sentir tesão? Então agora é assim que vai ser! Vou dar para homens de verdade enquanto você vai ficar só olhando! Seu corno!” E engolia meu pau de novo.

Viviane me chupava sôfrega, mas eu também queria me aproveitar daquela deusa, então, saindo da minha inércia, segurei-a pelos cabelos e tomei rédea da situação, coisa que ela adorou. Fiz Viviane ficar de pé e beijei-a, abraçando-a, colando nossos corpos. Nossas mãos exploravam nossos corpos, e em meio a suspiros e gemidos, fui empurrando-a até a poltrona que ficava logo ao lado do sofá onde Cristiano se encontrava sentado, agora sem o short, segurando seu pau e se masturbando com a cena que presenciava, calado, mas cheio de tesão. Coloquei Viviane sentada e ergui suas pernas, colocando-as apoiadas nos braços da poltrona, deixando Viviane com sua buceta totalmente exposta para mim. Viviane olhava fundo nos meus olhos, como se estivesse pedindo que eu seguisse fazendo exatamente o que estava propondo e, com uma mordida nos lábios, disse: “- Cai de boca… Me faz gozar gostoso…” E ajoelhado, mergulhei de cara naquela buceta ensopada de mel. Lambi como um cachorro no cio, sorvendo cada gota do seu gozo e ao mesmo tempo em que com dois dedos, brinquei com seu grelo e tirei gemidos fortes daquela gostosa. Não se passou nem um minuto e Viviane gemeu gostoso, gritando: “- Puta que pariu! Que gostoso! Estou gozando! Não para!!! Ahhh…. Ahhhh… Ahhhhhhhhh… Me chupa! Me faz gozar! Quero mais! Ahhh… Ahhhh…”

Segui lambendo aquela buceta que não parava de vazar e troquei meus dedos de seu grelo para brincar em sua gruta. Estavam tão lambuzados e ela com tanto tesão, que meti dois dedos e escorreguei fundo naquela buceta sem dificuldades, fazendo-a gemer ainda mais. Alguns minutos mais e um novo orgasmo anunciado, com ela lambuzando minha cara toda com seu mel. “- Ai que gostoso… Ai que homem… Filho da puta… Me mata… Me faz gozar sem parar… Me faz sua mulher, meu gostoso… Faz o que quiser comigo… Sou toda sua… Mostra pra esse corno… Mostra pra ele o que é fazer uma mulher gozar…” Olhei rapidamente para o corno do Cristiano e ele devia estar perto de um segundo orgasmo, provavelmente, pois seguia se masturbando, mas com a mão e o pau todo babado de gozo. Atendendo ao pedido de Viviane, tratei de acelerar minhas lambidas e enfiei um terceiro dedo em sua buceta, movimentando minha mão como se a estivesse fudendo e logo ela começou a tremer na cadeira, gemendo alto, anunciando que mais um orgasmo chegaria. E tal e qual ela demonstrava estar mais perto de gozar, mais eu acelerava meus movimentos e intensificava minhas chupadas, até que ela não mais aguentou e acabou gemendo alto e gozando forte, com direito até mesmo a um esguicho que veio direto na minha garganta e sorvi deliciosamente.

Seu orgasmo veio tão intenso que ela não mais conseguiu manter as pernas arreganhadas. Por reflexo, seu corpo a fez contrair e fechar as pernas, e ficou com seu corpo tremendo, como se estivesse em choque, mas era o excesso de tesão acumulado, guardado, sem espaço para sair. Deixei-a assimilar o orgasmo, fazendo carinho em seus cabelos e passando a mão levemente por seu corpo. E em seguida escuto Cristiano também gemendo, contido, baixinho, demonstrando também ter gozado, lambuzando seu peito e barriga. Pude perceber que tinha gozo perto de sua bochecha e que ele limpou com um dedo e lambeu. Viviane também percebeu e, mesmo em êxtase do gozo, não se permitiu ignorar e comentou: “- Não falei? Sabia! Eu sabia que o que você queria mesmo era beber porra! Corno! Se está achando que acabou, pode esperar, pois ainda nem comecei!”

Viviane tratou de se levantar, ainda que com as pernas bambas, me puxou para acompanhá-la e dirigiu-se ao quarto. “- Agora ele vai me fuder! Vem, corno! Vem que você vai continua assistindo! Agora é hora desse pau gostoso invadir minha buceta e me dar leitinho!”

Viviane me jogou na cama e ia montar em mim, mas antes, retomando o controle, mandei que me chupasse novamente. Ela então ajoelhou-se sobre meu corpo e começou a me chupar, ao mesmo tempo em que eu voltava a invadir sua buceta com meus dedos, dedilhando também seu grelinho que já sobressaltava de tanta excitação.

Ela quase não conseguia me chupar direito, de tanto que eu a excitava e tirava sua concentração. “- Ai… caralho! Que gostoso! Que pau gostoso! Que dedos… Ahhhh… Como isso é bom…” Parei de meter os dedos e mandei que parasse de me chupar e subisse em mim, ao que ela atendeu e olhou para o marido, como se dissesse “está vendo como se faz?”. Veio montando sobre mim, encaixando meu pau em sua buceta e então, encharcada como estava, desceu de uma só vez e enfiou meu pau por inteiro em sua buceta. E nesse gesto apenas, cerrou os olhos, fincou suas unhas em meu peito, abriu a boca e gozou. Nem quis se movimentar. Apenas travou e esperou o gozo acabar. Eu, tarado como estava com toda a situação, não me permiti ficar parado e mesmo com ela em estado de gozo, segurei sua bunda e ergui seu corpo um pouco juntamente com o meu, fazendo-a inclinar-se ligeiramente sobre meu peito, e então iniciei um vaivém lento. Viviane arregalou os olhos e começou a gargalhar: “- Ahhhh… Que maravilha de gozo!!! Pê, não vou sair daqui de cima nunca mais… Ahhh… Uhhh… Que tesão!!! Corno, você está fudido! O Pê agora vai vir todo dia me fuder e você vai seguir caladinho como está agora! Ahhh… No máximo esse pauzinho na mão e mais nada! Puta que pariu to gozando de novo… Ahh…”

Acelerei meus movimentos e Viviane tombou seu corpo sobre o meu peito, e aqueles seios deliciosos, com seus biquinhos rígidos encostando em meu peito, me deram um tesão final e avisei que gozaria: “- Goza, meu tesão! Enche a minha buceta de porra! Goza tudo em mim! Me faz mulher de novo! Goza bem gostoso! Faz o que quiser comigo! Eu agora sou sua! Ahhhh….” E então jorrei todo o meu gozo fundo naquela buceta maravilhosa. Viviane gemeu e gozou mais uma vez ao sentir meu pau explodindo dentro de sua buceta. E ficou mastigando meu pau, mordendo ele com os músculos da sua buceta, o que me deu um novo tesão e acabei não perdendo a ereção. Viviane percebeu, mas estava um tanto cansada para seguir movimentando-se, então desabou ao meu lado, rindo, rindo alto, gargalhando de felicidade de tantos orgasmos alcançados e até mesmo de ter jorrado gozo, o que nunca tinha feito antes. Viviane ficou de lado, com a perna sobre a minha, pousou sua mão sobre meu pau, latejando ainda, e disse: “- Corno, isso sim é que é homem… Isso sim é fazer uma mulher feliz! Mas não pense que esqueci de você. Você não tinha essa fantasia de outro me fudendo? Então agora essa sua fantasia será a sua realidade… Ah, e acha que não vi você lambendo o dedo cheio de gozo? Então, vamos fazer o trabalho de corno ficar completo! Pode vir aqui e chupar a minha buceta cheia de gozo de macho!”

Foi então que pela primeira vez ouvi a voz de Cristiano. Ele ia argumentar alguma coisa, mas Viviane logo fechou a cara e mandou ele calar a boca e obedecer, pois de agora em diante seria do jeito que ela quisesse. E que era para ele obedecer, ou iria se arrepender. Não sei o que ela tinha contra ele para que ele agisse daquela forma tão submissa, ou se era mesmo a tara dele ser tratado daquela forma, mas o fato era que ele nem falou mais nada. Apenas levantou-se do banquinho em que ficou sentado assistindo a esposa dando para outro, foi até o meio das pernas da mulher, que arreganhou bem e ele caiu de boca na buceta dela, chupando tudo o que tinha ali. Eu, apoiado nos braços, assistia o marido dela lambendo sua buceta, passando a língua de cima a baixo, enfiando dentro da buceta, tirando o gozo todo com a língua, sorvendo todo o lambuzado de gozo dela misturado ao meu, enquanto tinha a mão de Viviane masturbando meu pau. Ela olhou para mim e pediu: ” – Coloca essa pica deliciosa na minha boca, enquanto esse corno me limpa, vai… Faz isso, meu gostoso… Me dá essa pica pra chupar”. Então subi na cama e praticamente sentei sobre seu rosto, colocando meu pau em sua boca enquanto seu marido terminava o serviço de limpeza.

Ela me chupava e gemia, e pronunciava palavras que não se podia entender, com meu pau na boca atrapalhando. Comecei a fuder sua boca como se fosse uma buceta e ela então gozou na boca do corno. Parou de me chupar e foi logo brigando com o marido: “- Eu não te permiti me fazer gozar! Você agora é só o corno! Só vai limpar minha buceta dos gozos dos outros. Mais nada! Pode tratando de sentar no banquinho e ficar com essa sua piroquinha de merda! Eu só quero homem pra me fazer gozar! Pê, vem me fuder mais!” Eu, que ainda estava com a ereção plena, tratei de voltar ao comando e mandei que ficasse de quatro. Viviane se posicionou como mandei e com as mãos, afastou as bandas da bunda, pedindo: ” – Vem, gostoso! Mete em mim! Vem me fuder! Vem me fazer gozar!” Eu então enfiei sem dó meu pau naquela buceta lubrificada e tirei novos gemidos daquela deusa. Iniciei movimentos rápidos e em poucos minutos mais um orgasmo para lambuzar ainda mais meu pau e então, aproveitando da situação, tirei meu pau da sua buceta e disse: ” – Você disse que é toda minha, certo? Que eu posso fazer o que quiser com você, não é isso?” Viviane, imaginando o que eu tinha em mente, respondeu: ” – Sim, meu gostoso… De agora em diante, todinha sua para você fuder de tudo quanto é jeito. Pode abusar de mim… Me fode como você quiser…” E tratou de afastar ainda mais as nádegas, expondo seu cuzinho todinho para mim.

Levei um dedo até sua boca e com meu rosto próximo ao seu ouvido, mandei que chupasse, ao que ela atendeu e deixou-o bem lambuzado de saliva. Enfiei lentamente o dedo lambuzado em seu cuzinho apertado e, ainda próximo de seu ouvido, quase suspirando, mas em tom de comando, mandei que apertasse meu dedo com o cu, e o simples fato de ter mandado ela fazer já resultou em diversas mordidas. Então eu falei: ” – Delícia… Perfeito! Sonhava em fuder você… Você é um tesão! Uma tara minha! E fuder esse cu, então, o céu… E já que você agora é minha, vou fuder esse cu todo dia, então, pra começar, quero ouvir você suplicar pelo meu pau nesse cuzinho, vai… Pede, que eu quero ouvir…” A sensação de estar submissa naquele momento a fez gozar novamente com meu dedo em seu cu. Minhas palavras fizeram-na morder meu dedo sem parar, e sem controle. ” – Caralho! Que macho filho da puta de gostoso que encontrei! Obrigado, corninho, por esse presente! Mete, Pê… Mete em mim… Fode o meu cu… Mete esse caralho delicioso no meu cu e me faz gozar mais uma vez… Mete, por favor… Vai… Hmmm… Mete esse caralho grosso no meu cu e me enche de porra de novo… Mete, gostoso… Mete meu homem…”

Ouvindo sua súplica conforme queria, encostei a cabeça do pau todo lambuzado e, lentamente fui enfiando, entrando, arregaçando aquele cu quase virgem. Fui sentindo as pregas se abrindo e ouvindo os gemidos daquela gostosa. Eu estava já me segurando para não gozar com tanto tesão. Viviane já tinha perdido a noção da quantidade de orgasmos que tinha tido e seguia gemendo e sentindo meu pau invadindo seu cuzinho apertado. E seguia introduzindo até sentir encostar meu saco em sua buceta. Parei por poucos segundos e comecei a retirar, ainda lentamente, meu pau daquele cu, que agora me apertava, me mordia, não querendo que eu saísse, e eu então voltava a enfiar, indo até o fundo novamente, tirando gemidos e gemidos da boca da Viviane. Enrosquei uma das mãos em seu cabelo e puxei, erguendo sua cabeça, e então falei novamente em seu ouvido: ” – Agora você é minha cachorra e eu vou gozar nesse cu gostoso… Geme pro seu macho ouvir… Geme e me faz encher esse cu de porra, que a gente tem que alimentar o corno… Vai, minha cachorrinha. Morde esse pau que agora é teu dono… Viviane gemeu forte e tremeu, indicando mais um orgasmo causado pelas minhas palavras, e começou a sorrir: ” – Vai meu macho… Sou toda sua… Sou sua cachorrinha… Goza no meu cu… Goza nele que tem um corninho com sede de porra… Enche meu cu pra ele poder ter o que lamber depois…”

Soltei seus cabelos e segurei-a com ambas as mãos pela cintura, puxando seu corpo contra o meu. Comecei a acelerar meus movimentos e logo estava metendo com força naquele cu, querendo arrombar e enchê-lo de gozo. Viviane começou a tremer sem parar. Estava tendo um orgasmo múltiplo e, com tanta excitação em excesso, anunciei meu gozo e jorrei o que restava de porra no meu saco, dentro daquele cuzinho guloso. Tombei para um lado e Viviane permaneceu na mesma posição, relaxando do gozo que veio forte demais. Seu marido, sentado no baquinho, seguia se masturbando sem parar, totalmente lambuzado do próprio gozo, aguardando o comando de sua esposa, que veio poucos minutos depois, apenas com o olhar dela direcionado a ele. ” – Está esperando o que? Vem me limpar!” E assim ele fez, indo para sua bunda e lambendo seu cuzinho, sorvendo todo o meu gozo depositado ali.

Viviane estava com sua face relaxada, feliz, tranquila. Olhou para mim, fez um carinho em meu rosto e disse: ” – Cara, que homem gostoso você é! Eu falei sério, viu? Agora sou sua! Quero todo dia que venha aqui me fuder e gozar gostoso em mim. Não se preocupe com o corno. O máximo que ele fará será me limpar para você, tá? Quero que venha me fuder sempre… Sou todinha sua, meu homem.” E me beijou gostoso, enquanto tinha seu marido lambendo e limpando seu cu. Despedi-me dela e voltei para casa para descansar, afinal, precisaria encher novamente aquela buceta e aquele cu com gozo, e não perderia esse prazer por nada…

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